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15 de jul de 2014

TEXTO CIENTÍFICO

Tudo no lugar

Por que a tatuagem não sai nem se espalha para outras partes do corpo? Uma dermatologista da Unifesp esclarece a dúvida de nossa leitora e explica ainda como funciona a remoção de tatuagens feita com laser.
A tatuagem é feita por meio da introdução de pigmentos na derme. Enquanto a epiderme (camada mais superficial da pele) se renova constantemente – o que explica a perda do bronzeado com o passar do tempo –, a derme não sofre alterações.
Essa região é mais profunda, formada por tecido conjuntivo. Desse modo, quando os pigmentos são injetados ali, eles ficam imóveis, o que impede que a tatuagem saia ou se espalhe para outras partes do corpo.
A remoção das tatuagens é possível graças à sensibilidade dos pigmentos a determinados comprimentos de onda de luz.
O laser age fragmentando esses compostos em micropartículas, que podem ser destruídas pelo organismo ou formar uma casca, que cai depois.
O número de sessões necessárias para se remover uma tatuagem por completo depende da profundidade em que os pigmentos foram introduzidos, além da quantidade e da cor deles. Em geral, os escuros são retirados mais facilmente, enquanto os amarelados respondem de forma menos satisfatória ao procedimento.
                             Ciência Hoje  - 275 (outubro/2010)
Solange Pistori Teixeira, Departamento de Dermatologia, Universidade Federal de São Paulo.

2. A que gênero textual pertence o texto acima?

3. Qual o assunto do texto?

4. Com que objetivo ele foi escrito?

5. De acordo com o texto, qual camada da pele recebe a tinta responsável pela tatuagem?

6. Explique o uso dos parênteses depois da palavra “epiderme”.

7. Com que função são utilizados os travessões no texto?

8. Onde esse texto foi publicado?


9. Agora, responda, você, à pergunta que serve de introdução ao texto que você leu.

LÍNGUA PORTUGUESA – GÊNERO: TEXTO CIENTÍFICO

O céu está ficando menos azul
Desequilíbrio na atmosfera começa a alterar a luz que chega à Terra

Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Não é impressão. Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20% menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera - uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, ela esbarra nas partículas que estão suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca - eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão. “ Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios de sol como nenhum outro poluente”, explica o físico atmosférico Kaicum Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E ai o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA.  A grande exceção é a Europa - onde desde a década de 1990 o céu está ficando mais azul ( possivelmente porque os níveis de alguns poluentes tenham diminuído). Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possuam também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície da Terra, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau. Um céu menos azul por uma Terra menos quente.
                   (Super Interessante. Edição 207- OUT.2009)

1. Nos dias atuais temas relacionados ao planeta são, além de interessantes, necessários para que saibamos as consequências de nossos atos para o planeta. O texto acima é jornalístico de divulgação cientifica. É um gênero textual que
a) Apresenta-se estruturado por parágrafos,  organizado de forma narrativa, utilizando como personagens Ásia, Oceania e América do Sul.
b) Apresenta-se estruturado por parágrafos, organizado de modo a descrever como está o céu.
c) Apresenta-se estruturado por parágrafos, do tipo informativo-expositivo pois, seleciona e organiza dados e informações, numa linguagem padrão.
d) Apresenta-se estruturado por parágrafos, do tipo argumentativo, com intuito de convencer o leitor que devemos para de poluir.

2. Qual a finalidade deste texto?
a) Informar o leitor sobre o tema.
b) Convencer o leitor a não poluir.
c) Mostrar a opinião do autor.
d) Descrever a paisagem.

3. Com que finalidade foram usados os travessões no texto que você leu?

4. Por que o uso das aspas em “ Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios de sol como nenhum outro poluente”? 

5. De acordo com o texto, a região mais afetada pela perda de intensidade do azul do céu é:
a) Ásia, Oceania e América do Sul.
b) Oceania e Europa
c) EUA e Europa
d) Ásia e Europa.

6. O uso dos parênteses em: ...(possivelmente porque os níveis de alguns poluentes tenham diminuído) é justificado por:
a) O objetivo é destacar apenas.
b) O objetivo é explicar apenas.
c) O Objetivo é separar apenas.
d) O objetivo é impressionar apenas.

7. Explique o que você entendeu em: “Um céu menos azul por uma Terra menos quente”.

8. Leia o trecho da música abaixo.

“ Na beleza desse céu
Onde o azul é menos azul
Aquarela do Brasil
Eu cantei de norte a sul”

Em que o trecho se diferencia do original?

9. Reescreva a frase, substituindo a palavra grifada por outra de mesmo sentido:
a) Alguns cientistas especulam que os aerossóis possuam efeito positivo.

b) Conseguem rebater os raios solares como nenhum outro poluente.


LÍNGUA PORTUGUESA – DISCURSO DIRETO E INDIRETO

1 – Passe os trechos abaixo do discurso direto para o discurso indireto.
a)     _Os fogos são muito perigosos! – afirmou Dra. Marta. – No São João passado atendi aqui muitas crianças vítimas de queimadura.

 b)  Maria anunciou:
        _ O casório já vai começar!
        _Já tou chegando! – gritou o noivo do outro lado do salão.

c)   Vânia perguntou:
        _ Vão soltar balões nesse São João?
        A mãe explicou:
        _ Os balões estão proibidos porque podem provocar incêndios.


2. Leia a tirinha e copie o terceiro quadrinho usando o discurso indireto.

23 de mai de 2014

Atividade com Tirinha

a) A palavra MAL nessa tirinha é o antônimo de ________________________.

b) Se a personagem não estivesse MAL HUMORADA, ela estaria ___________ humorada.

c) Leia as frases e complete-as com MAU ou MAL:
a) João tem um vizinho muito _____________.
b) Sônia passou muito _____________ ontem à noite.
c) É preciso cortar o ______________ pela raiz.

d) Rebeca olhou para Ricardo e achou que ele estava com uma cara de _______________.

Atividade com Charge

a) Cite dois problemas sociais do Brasil criticados nessa charge?


b) A charge critica ainda a realização de um evento no Brasil. Que evento é esse?

Atividade: Carta do leitor e Ortografia (Sons do X)

Leia o texto com atenção:

 


"No  dia 1º, o fiscal me impediu de expor na feira do Trianon. Me inscrevi em 2004, fiz teste de aptidão, paguei taxas de uso de solo e de licença, e comecei a trabalhar na semana seguinte. O juiz que cassou a liminar provavelmente nem leu o processo. Nossa advogada anexou documentos provando a legalidade dos expositores que estão com problemas porque funcionários da Prefeitura perderam os documentos de quem fez teste em 2004. Nós, artesãos, criamos objetos de arte considerados cultura no mundo todo, menos no Brasil. E, aos 63 anos, não tenho perspectiva de conseguir outro trabalho"
José Eduardo Pires
Vila Maria Alta

1. Este gênero textual é:
(A) um bilhete.     
(B) uma carta do leitor.   
(C) um telegrama.     
(D) um classificado.

2. José Eduardo Pires escreveu este texto com o objetivo de:
(A) defender a venda de produtos de artesanato, como símbolos de cultura.
(B) queixar-se do fato de ter sido impedido de trabalhar numa feira de artesanato.
(C) dirigir-se ao juiz que desconsiderou as razões apresentadas por uma advogada.
(D) solicitar a interferência de uma advogada para defender seus direitos.

3. É correto afirmar que o reclamante é:
(A) um idoso.             
(B) uma autoridade.               
(C) um funcionário.                
(D) um juiz.

4. Nas palavras que apresentam a letra X, essa letra tem som de ..., respectivamente:
(A) z, ch, q, s.           
(B) s, ch, cs, s.           
(C) ch, ss, z, ch.               
(D) s, s, cs, ch.


22 de mai de 2014

Gênero: Carta do leitor 2

1. Os textos que você acabou de ler pertencem ao gênero .....................................
2. Qual a crítica apresentada em cada um dos textos?
3. Onde foi publicado cada um dos textos?
4. Quem escreveu cada um destes textos?

Gênero: Carta do Leitor

1. Qual é a profissão do autor dessa carta?
2. Qual é o assunto dessa carta?
3. Que elementos da carta tradicional esse texto não apresenta?
4. Onde esse texto foi publicado?
5. Qual a opinião do autor em relação à realização da Copa do Mundo no Brasil?
6. Que argumento o autor usa para provar que a Copa do Mundo não é o problema do Brasil?

20 de mai de 2014

Resenha de livro

GABRIEL E A COPA DO MUNDO DE 2014
Neste livro de Ilo Brenman, da Editora Brinque Book, Gabriel descobre as 12 cidades brasileiras que serão sedes da Copa do Mundo de 2014 e já imagina como será esse grande evento: em Cuiabá, a bola voará como um sabiá. Em Fortaleza, o jogo, com certeza, será uma moleza. Em Recife, o juiz se comportará como um xerife. 
Com ilustrações alegres e despretensiosas da premiada Silvana Rando, este livro alegre e com rimas, mostra às crianças quais cidades brasileiras sediarão os jogos da Copa.

1. Que tipo de gênero textual você acabou de ler?
2. Com que objetivo este texto foi escrito?
3. Qual o assunto desse texto?
4. Quais adjetivos do texto se referem ao livro descrito nele?
5. Você ficou com vontade de ler este livro? Por quê?
6. Produzindo... Que tal fazer como Gabriel e brincar escolhendo rimas para as cidades sedes da Copa 2014? Pesquise em quais cidades os jogos acontecerão e use a imaginação.

15 de mai de 2014

Entrevista: Educação Inclusiva

ENTREVISTADO: Professor Rogério da Fonseca Trindade (Professor das Séries Iniciais na Rede Municipal de Ensino de Curvelo/MG há 24 anos)
Instituição: ESCOLA MUNICIPAL DR. VIRIATO DINIZ MASCARENHAS
Professor: ROGÉRIO DA FONSECA TRINDADE
Tipo de aluno especial: SÍNDROME DE DOWN
Data da entrevista: 10/5/2014


O que é a inclusão escolar na sua opinião?
SIGNIFICA TRAZER PARA DENTRO DO AMBIENTE ESCOLAR REGULAR AQUELES ALUNOS QUE TRADICIONALMENTE SÓ ERAM ATENDIDOS EM ESCOLAS ESPECIALIZADAS DEVIDO ÀS SUAS NECESSIDADES ESPECIAIS, SEJA EM RELAÇÃO À LOCOMOÇÃO, À FALA, À VISÃO E OUTRAS. A INCLUSÃO PROCURA, ENTÃO, GARANTIR O ACESSO, A PERMANÊNCIA E A PARTICIPAÇÃO DE TODOS NA ESCOLA, INDEPENDENTEMENTE DAS CARACTERÍSTICAS SINGULARES DE CADA UM.

Como é trabalhada a inclusão com o aluno especial, e como é a sua dinâmica e interação com a turma?
NO CASO EM QUESTÃO, O ALUNO APRESENTA A TRISSOMIA DO CROMOSSOMO 21 (SÍNDROME DE DOWN). O MESMO APRESENTA UMA BOA INTERAÇÃO COM O RESTANTE DA TURMA. É MUITO QUERIDO E, ÀS VEZES, ATÉ SUPERPROTEGIDO PELOS COLEGAS. PARTICIPA DE TODAS AS ATIVIDADES EM GRUPO DESENVOLVIDAS EM SALA DE AULA, PORÉM COM ATIVIDADES INDIVIDUAIS DIFERENCIADAS LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO SEU DÉFICIT COGNITIVO (DEMORA MAIS PARA APRENDER), UMA DAS CARACTERÍSTICAS DA SÍNDROME. CONTUDO, OS COLEGAS SÃO ORIENTADOS A DAR MAIS AUTONOMIA PARA O MESMO DEIXANDO-O, POR EXEMPLO, AMARRAR O PRÓPRIO CADARÇO.

Qual orientação foi recebida pelo professor, para esse tipo de trabalho de inclusivo?
RECEBEMOS ORIENTAÇÃO DA ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (SUPERVISORA) QUE TAMBÉM FAZ O ATENDIMENTO ESPECIALIZADO CONTRATURNO DO ALUNO. ENTRETANTO, NÃO HÁ NENHUMA PREPARAÇÃO OU CURSO ESPECÍFICO, EXCETO NOS CASOS DOS PROFESSORES DE LIBRAS E BRAILE, UMA VEZ QUE A ESCOLA TAMBÉM FAZ ESSE ATENDIMENTO. É A CHAMADA  FORMAÇÃO CONTINUADA COMO GOSTAM DE DIZER OS ESPECIALISTAS. SEGUNDO ELES, VOCÊ SÓ APRENDE A TRABALHAR COM O ALUNO NA PRÁTICA. NO INÍCIO DO ANO, O PROFESSOR TEM ACESSO ÀS FICHAS OU LAUDO DO ALUNO E, A PARTIR DAÍ, TEM DE SE PREPARAR E ATUAR POR CONTA PRÓPRIA. NÃO POSSO DEIXAR DE DESTACAR QUE TEMOS O AUXÍLIO DA ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO A QUEM SEMPRE RECORREMOS NOS CASOS DE DIFICULDADE.

O processo das aulas responde à diversidade do alunado?
AS AULAS SE DÃO, SIM, DE FORMA DINÂMICA, DE MODO A POSSIBILITAR A PARTICIPAÇÃO DE TODOS. NESSE CONTEXTO, O ALUNO SE TORNA SUJEITO CONSTRUTOR DO SEU CONHECIMENTO.

Os alunos são ativos no seu processo de aprendizagem? Os alunos são estimulados a dirigir sua própria aprendizagem? Os alunos são estimulados a ajudar os colegas? Como isso é feito? Quais são as dinâmicas utilizadas e como aluno é orientado sem ser excluso?
COMO DITO ANTES, SIM. OS ALUNOS PARTICIPAM ATIVAMENTE DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM. O ESTÍMULO À COLABORAÇÃO FAZ PARTE DO AMBIENTE ESCOLAR E OS COLEGAS GOSTAM MUITO DE AJUDAR AQUELES QUE APRESENTAM QUALQUER DIFERENÇA SEM NENHUMA IMPOSIÇÃO DA ESCOLA OU DO PROFESSOR. CONTUDO, SÃO ORIENTADOS A AJUDAR NA CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA DOS COLEGAS, AUXILIANDO-LHES NAS ATIVIDADES SEM, PORÉM, FAZEREM POR ELES. NO CASO ESPECÍFICO DO ALUNO PORTADOR DA SÍNDROME DE DOWN, ELE FAZ ATIVIDADES A NÍVEL DE 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL, MAS SEUS COLEGAS DE TURMA SÃO DO 5º ANO. MESMO ASSIM, ELE SE SENTE PARTE INTEGRANTE DA TURMA E NÃO SE SENTE EXCLUÍDO. É FELIZ LÁ E SEUS COLEGAS TAMBÉM SE SENTEM FELIZES POR TÊ-LO AO LADO DELES.

Existe alguma preparação da turma sem necessidade e da sala de aula, como alguma adaptação, para receber o aluno especial?
TODOS OS ALUNOS DA ESCOLA COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS SÃO TAMBÉM ATENDIDOS NO CONTRATURNO. A ESCOLA POSSUI RAMPAS DE ACESSO À ÁREA INTERNA DA ESCOLA, AO PÁTIO E À SALA DE AULA PARA FACILITAR A MOBILIDADE DE CADEIRANTES. POSSUI TAMBÉM UMA GAMA DE RECURSOS ÁUDIO-VISUAIS PARA ATENDIMENTO A ESSE TIPO DE ALUNADO.

Como eles são avaliados?
OS ALUNOS COM QUALQUER TIPO DE NECESSIDADE EDUCACIONAL ESPECIAL SÃO AVALIADOS CONFORME A DIFICULDADE QUE APRESENTAM E TODA EVOLUÇÃO É VALORIZADA. SEUS PROCESSOS E DIFICULDADES SÃO REGISTRADOS NO PDI (PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL).

Qual a o maior desafio de trabalhar com alunos inclusivos com tal tipo de deficiência trabalhada na sua classe?

O MAIOR DESAFIO QUE TENHO ENFRENTADO NO TRABALHO COM A SÍNDROME DE DOWN FOI A FALTA DE INFORMAÇÃO INICIAL. NA INTERNET, MUITO SE FALA SOBRE AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E DIFICULDADES DE QUEM A APRESENTA, MAS POUCO SUPORTE PARA QUEM TRABALHA EM SALA DE AULA. NO INÍCIO, TEM-SE A SENSAÇÃO DE IMPOTÊNCIA E DE QUE NADA VAI DAR CERTO. OUTRO ENTRAVE ACABA SENDO A PRÓPRIA FAMÍLIA QUE, MUITAS VEZES, É PERMISSIVA POR CAUSA DO PROTECIONISMO (O QUE É PERFEITAMENTE ACEITÁVEL PELO ENVOLVIMENTO EMOCIONAL), MAS QUE VAI NA CONTRAMÃO DO PROCESSO, UMA VEZ QUE, EM GERAL, ESTE TIPO DE ALUNO TEM DIFICULDADES EM CUMPRIR REGRAS. OUTRA DIFICULDADE É A ASSISTÊNCIA INDIVIDUAL QUE O ALUNO DEMANDA ESTANDO NUMA CLASSE DE 5º ANO, MAS COM NÍVEL INTELECTUAL DE 2º ANO. ISSO FAZ COM QUE O PROFESSOR TENHA DE SE DESDOBRAR TANTO EM CASA, NA PREPARAÇÃO DE SUAS ATIVIDADES, QUANTO EM SALA DE AULA JÁ QUE A DEPENDÊNCIA DO ALUNO É GRANDE. PORÉM, VALE SALIENTAR QUE O TRABALHO COM ESTE TIPO DE ALUNO É MUITO GRATIFICANTE. FAZ-NOS PARAR PARA PENSAR NO VERDADEIRO SENTIDO DA VIDA, ENSINA-NOS A NOS COLOCAR NO LUGAR DO OUTRO E ENXERGAR O NOSSO ALUNO COM OUTROS OLHOS: OS OLHOS DO CORAÇÃO. 

14 de mai de 2014

HISTÓRIA DA COPA DO MUNDO

Copa do Mundo da FIFA é um torneio de futebol disputado a cada quatro anos em um país sede escolhido previamente. Sua primeira edição foi no Uruguai em 1930, tendo o anfitrião como campeão. Em 78 anos, apenas duas edições não foram disputadas... 1942 e 1946 devido aos estragos feitos pela II Guerra Mundial.
Sete equipes já venceram o torneio: Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, Uruguai, França, Inglaterra e Espanha. É hoje, juntamente com os Jogos Olímpicos, o maior evento esportivo da Terra.
15 países já sediaram a Copa: Uruguai, Itália, França, Brasil, Suíça, Suécia, Chile, Inglaterra, México, Alemanha, Argentina, Espanha, Estados Unidos, Coréia do Sul e Japão, África do Sul e agora o Brasil novamente em 2014.
O sonho de um campeonato mundial vem de muito antes, desde o primeiro amistoso internacional disputado em 30 de Novembro de 1872, em Glasgow, na Escócia.  Por causa do aumento de adeptos no final do século XIX, o esporte foi introduzido como esporte de demonstração nas Olimpíadas em 1900 e assim foi em 1904 e 1906, até que se tornou esporte oficial em 1908.
A FIFA em 1914 reconheceu o torneio olímpico como competição mundial e passou a organizá-lo... sendo que a primeira disputa oficial foi nos Jogos de 1924, com o Uruguai vencendo e repetindo a dose em 1928. Foi então que em 28 de Maio de 1928, a FIFA decidiu criar um campeonato mundial, a Copa do Mundo, e para celebrar o centenário da independência uruguaia e seu bicampeonato olímpico, escolheu o país como sede de sua primeira edição em 1930.

O mascote da Copa do Mundo 2014

O MASCOTE DA COPA DO MUNDO 2014
Fuleco é o mascote da Copa do Mundo FIFA de 2014, a ser realizada no Brasil. Ele é da família dos tatus-bolas, conhecida como tatu-bola-da-caatinga, considerada  espécie ameaçada de extinção.
O mascote foi divulgado pela primeira vez em março de 2012 e seu nome foi decidido em uma votação do programa Fantástico, da Rede Globo, que teve seu resultado dado em 25 de novembro de 2012. O nome Fuleco (junção de futebol e ecologia) dois componentes fundamentais da Copa do Mundo da FIFA 2014 foi escolhido após ter concorrido com as opções Amijubi (amizade e júbilo) e Zuzeco (azul e ecologia), em uma votação de quase 1,7 milhão de fãs do esporte. 
O diretor de marketing da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Thierry Weil, comentou sobre Fuleco: "Não apenas ele é conhecido e reconhecido pela grande maioria dos brasileiros, mas também parece ter construído um relacionamento com os fãs de futebol e tornou-se uma figura popular, ganhando assim um apelido carinhoso de 'tatu-bola'. Ele está rapidamente se tornando o mais bem sucedido mascote da Copa do Mundo FIFA de todos os tempos".

Faltam menos de 30 dias para a Copa do Mundo Fifa Brasil 2014



No dia 12 de junho, na Arena Corinthians, a Seleção Brasileira entra em campo para dar início à busca pelo hexacampeonato.
Por Portal Brasil
(Publicado: 13/05/2014, 07:41. Última modificação: 13/05/2014 07:41)

Falta menos de um mês para começar a Copa do Mundo 2014 no Brasil. No dia 12 de junho, na Arena Corinthians, a Seleção Brasileira entra em campo para dar início à busca pelo hexacampeonato. O Brasil enfrentará a Croácia às 17 horas.
No dia seguinte, 13 de junho, serão disputadas três partidas: México x Camarões, Espanha x Holanda e Chile x Austrália. Dia 14, a Colômbia enfrenta a Grécia; Uruguai joga contra a Costa Rica; Inglaterra e Itália entram em campo juntas; e a Costa do Marfim enfrenta o Japão.
No dia 15, mais três confrontos: Suíça x Equador; França x Honduras e Argentina x Bósnia Herzegovina. Dia 16, terá Alemanha x Portugal; Irã x Nigéria e Gana x Estados Unidos.
A primeira rodada da fase de grupos termina no dia 17, com dois jogos do Grupo H: Bélgica x Argélia e Rússia x Coreia do Sul. Neste mesmo dia, a Seleção Brasileira faz sua segunda partida na competição: contra o México, às 16 horas, no Castelão, em Fortaleza.
Palco da abertura
A Arena Corinthians sediará a abertura da Copa do Mundo da Fifa 2 014 e outras cinco partidas.
O estádio terá capacidade para 69 160 mil torcedores. São 48 mil assentos convencionais e 21160 móveis, exigidos pela Fifa para a primeira partida do Mundial.

5 de mai de 2014

Gênero Fábula

O Cão Raivoso
O Cão Raivoso
Um cão era acostumado a atacar de surpresa, e morder os calcanhares de quem encontrasse pela frente.
Então, seu dono pendurou um sino em seu pescoço, pois assim podia alertar as pessoas de sua presença, onde quer que ele estivesse.
O cachorro cresceu orgulhoso e vaidoso do seu sino. Caminhava tilintando-o pela rua, como se aquilo fosse um grande troféu por méritos, que o tornava superior aos demais.
Um velho e experiente cão de caça então lhe disse:
___ Por que você se exibe tanto? Este sino que carrega, acredite, não é nenhum sinal de honraria, mas uma marca de desonra, um aviso público para que todas as pessoas o evitem por ser perigoso.
Moral da história: Engana-se quem pensa que o fato de ser notado o tornará honrado.

1. Responda às perguntas com respostas completas:
a) Quem é o personagem principal da história?
b) O que ele gostava de fazer?
c) O que seu dono fez?
d) Para o cão, o que representava o sino?
e) Em que parágrafo você fica sabendo disso?

2. Leia a frase:
O cão de caça era velho e experiente.

Sublinhe as características do cão de caça.

3. Uma outra moral para essa história poderia ser:
(    ) Pequenos amigos podem se tornar grandes amigos.
(    ) Quem busca aparecer demais é carente de honra.
(    ) Para esperteza, esperteza e meia.

4. Reescreva as frases no caderno, substituindo as palavras destacadas pelo sinônimo:
a) Assim, podia alertar as pessoas do perigo.
(avisar – reclamar – apertar)
b) Pensava que aquilo fosse um grande troféu por méritos. (raivas – medalhas – merecimento)
c) Engana-se quem pensa que o fato de ser notado o tornará honrado. (desrespeitado – respeitado – iludido)


5. “Caminhava tilintando-o pela rua.” No texto, a quem se refere o pronome grifado?

28 de mar de 2014

PEÇA TEATRAL "CONSTRUINDO A LIBERDADE" TEMAS: CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014 (FRATERNIDADE E TRÁFICO HUMANO), DIA MUNDIAL DA ÁGUA E PREVENÇÃO À DENGUE

PEÇA APRESENTADA NA E. M. DR. VIRIATO DINIZ MASCARENHAS, NO DIA 27 DE MARÇO, PELOS ALUNOS DO 5º ANO.
AUTOR: ROGÉRIO DA FONSECA TRINDADE
CENÁRIO: Uma fazenda de cana, a Fazenda BURRADA, com árvores e canavial. Coronel Pafúncio está na varanda da casa. Rosinha, a filha, numa mesa ao lado. Um córrego à frente (criança vestida de córrego). 

NARRADOR: ___ Coronel Pafúncio era o fazendeiro mais rico daquela região. Vivia numa fazenda muito grande com sua filha Rosinha, já que era viúvo. A Fazenda Burrada, onde se plantava cana, prosperava cada vez mais, mas ao seu redor o que se via era muita pobreza. Os trabalhadores moravam em casinhas bem pobres e não iam nem à cidade, a não ser que fosse muito necessário. Rosinha, que era professora (em uma mesa preparando aulas), tinha um bom coração e tentava ajudar as crianças e suas famílias, mas seu pai não gostava de seus palpites em defesa dos trabalhadores.

ROSINHA: (Com paciência) ___ Papai, não é justo que essa fazenda cresça cada vez mais rodeada pela pobreza! Pague um salário mais justo aos trabalhadores!
CORONEL: ___ Rosinha, minha filha, eu já falei que desse assunto cuido eu. Você já me fez construir uma escola pra esse povo. Então, vá dar sua aula!!! (Fala, ríspido)
ROSINHA (impaciente): ___ Salário digno e boas condições de trabalho são direitos do trabalhador, papai!
CORONEL: ___ Eu num obrigo ninguém a ficar aqui na fazenda. Quem quiser, que vá embora!!! (Fala alto. Rosinha volta para suas atividades.)
CAPATAZ (Entra apavorado): ___ Coroné! Coroné! (Tira o chapéu ao ficar de frente para o Coronel) Chegaro! Chegaro! (Coronel faz sinal pra ele parar. Rosinha sai, fazendo sinal negativo com a cabeça.)
CAPATAZ( Depois que ela sai.): ___ Um caminhão cheinho deles. Viero lá das bandas do Norte. Mando direto pro trabaio?
CORONEL (Na dúvida): ___ Deixa eu ver essa gente. Tomara que prestem pra trabaiar mesmo. O plantio tá atrasado. (Vão até a varanda. O caminhão para de frente com os trabalhadores. O coronel faz sinal positivo com a cabeça.)
CORONEL (Batendo nos ombros do capataz. Depois sai.): ___ Bão trabaio!!! Pode leva-los. (O capataz faz sinal para os trabalhadores acompanharem-no. Vão até a mercearia onde se lê: MERCEARIA DA BURRADA.)
VENDEDOR: ___ Sejam bem-vindos, pessoal! Vamos pegar os mantimentos pro mês. O Coronel é exigente. Todo mundo tem que acertar as contas assim que receber o salário. (Os trabalhadores pegam os mantimentos, enquanto o vendedor vai anotando.)
CAPATAZ (Para os trabalhadores.): ___ Vambora, pessoa! Vão guardar suas coisas que amanhã é dia de trabalho. (Saem.)

NARRADOR: Aquela pobre gente chegou à fazenda acreditando numa vida melhor. Vieram se juntar a outros que já estavam ali. Mas a promessa de emprego poderia ser uma cilada. Rosinha continuava seu trabalho com as crianças e elas cresciam com seus ensinamentos. A professora acreditava que se elas estudassem teriam uma vida melhor que a dos pais.

(Rosinha entra seguida dos alunos. Eles param em 2 filas.)
ROSINHA (Para as crianças.) ___ Então, crianças, aprendemos na aula de ontem que moramos num planeta chamado Terra, mas que tem a maior parte de água. Mas apenas uma pequena parte dela está disponível para nossas atividades. Então, temos que preservá-la. Me mostrem o que prepararam sobre esse assunto. (AS CRIANÇAS APRESENTAM UMA EXPRESSÃO CORPORAL SOBRE A ÁGUA.) Sanráh   Música Água.avi

NARRADOR: Vários meses se passaram. Os trabalhadores, aos poucos, foram percebendo e sentindo as reais intenções do Coronel.

CAPATAZ (Entra correndo.): ___ Coroné, acabou o espaço!
CORONEL (Sem entender.): ___ Que espaço, home de Deus?
CAPATAZ: ___ O espaço para plantar a cana. Tem muita muda ainda, mas a terra acabou!
CORONEL (Pensativo, olha as árvores ao redor.): ___ Não sei pra quê tanta arvre. Chama os home e manda derrubar (aponta as árvores). Vamos aproveitar e fazer carvão com a madeira. Quer saber? Manda as criança ajudá também.
CAPATAZ (Saindo.): ___ Tá bom!
ROSINHA (Entrando, sem acreditar no que ouviu.) ___ Como é que é, papai? Eu ouvi direito? Vai colocar as crianças pra trabalhar? E a escola?
CORONEL (Com raiva.): ___ Pra quê escola aqui no meio do mato? Elas tem que ajudar os pai sim. Aqui, nas minha terra, ninguém fica sem trabaiar.
(Rosinha vai para sua mesa, emburrada. Volta o capataz com os trabalhadores, algumas crianças. Se põem a cortar as árvores com machados.) Canto dos Escravos   Grupo Ecco
 EXPRESSÃO CORPORAL:  Zé Ramalho   Admirável Gado Novo

(Coronel se senta, admirando a fazenda depois que eles saem. Capataz está junto dele. A criança que faz a água se enrosca de modo a virar apenas um poço.)

NARRADOR: ___ É... pelo visto a situação dos trabalhadores não era boa por aquelas bandas. Mas a coisa ainda podia piorar. Vejam só...

(Entram três trabalhadores que tiram os chapéus em frente ao Coronel.)
1º TRABALHADOR (Tímido.): ___ Dia, Coroné... Com sua licença... É... o Coroné sabe que a situação não tá fácil...
CAPATAZ (Se intrometendo.): ___ Desembucha logo que tem serviço esperando ocês!
2º TRABALHADOR: ___ Coroné, o caso é que nóis tá trabaiando aqui há dois meses e tamo sem salário.
CORONEL (De forma áspera.): ___ Por acaso oceis tão passando fome? Têm casa, água e luz de graça! O que mais querem?
3º TRABALHADOR: ___ Com seu respeito, Coroné, queremos nossos direitos! Temos que receber pelo nosso trabaio.
CORONEL (Com raiva.): ___ Quer saber de uma coisa? Quem não tiver satisfeito aqui, pode ir embora!
CAPATAZ (Mais uma vez, se intrometendo.): ___ É, mas antes tem que pagar tudo que deve lá na Mercearia do Coroné. (Os trabalhadores se entreolham e saem cabisbaixos. Rosinha fica sem acreditar no que vê.) Canto dos Escravos   Grupo Ecco

NARRADOR: O Coronel Pafúncio era mesmo um homem muito duro. Ficava cada vez mais rico, enquanto seus trabalhadores se empobreciam cada vez mais. Para piorar a situação, com o corte das árvores, a água, que antes era abundante, começou a faltar. O córrego agora era formado de apenas alguns poços. As pessoas começaram, então, a armazenar água em casa, usando baldes, tambores... enfim, tudo que pudesse guardar água.

(Entram dois empregados com baldes. Atrás de cada um, um mosquito da dengue que ficam lá no fundo.)
EMPREGADO: ___ Coroné, parece que passou um trator em cima do povo. Muitos estão doentes e mal conseguem levantar.
ROSINHA (Preocupada.): ___ O que aconteceu? Explica direito!
EMPREGADO: ___ Eles reclamam de dores pelo corpo, dor de cabeça, febre...
CORONEL (Cortando.): ___ Eles estão é fazendo corpo mole pra não trabalhar. Conheço essa gente!
ROSINHA: ___ Não, papai! Esses sintomas são da dengue. Com tanta gente guardando água em casa pode ser que o mosquito da dengue esteja por aí. Vou dar uma olhada. (Saem Rosinha e os dois empregados.)

NARRADOR: __ Rosinha tinha certeza de que era a dengue. As crianças já tinham dado notícias na escola. Discutir com o pai não adiantava, mas, Rosinha saiu dali com uma ideia na cabeça.
(O Coronel fica cochilando por ali. Aparecem os mosquitos que voam ao seu redor como num pesadelo. Dançam a Música:
Encontrei uma casinha... nha...
Bem descuidada... da... pra morar... rá... rá...
Lá no quintal... tal... tal... tem vasilhinha... nha...
Pra botar... pra botar os meus ovinhos.

Encontrei água parada...da...
E agora... ra... vou picar... cá... cá...
O seu bracinho... nho... ou sua perninha... nha...
Vou te picar... vou te picar... e a dengue te passar.)

MOSQUITO 1: ___ Pensou que ficaria livre de nós se escondendo atrás de sua riqueza?
MOSQUITO 2: ___ Nós pegamos qualquer um: rico ou pobre, preto ou branco, gordo ou magro. Facilitou a gente pica!
MOSQUITO 1: ___ Basta deixar a água parada que vimos botar nossos ovos!
MOSQUITO 2: ___ Nós sempre vamos encontrar uma aguinha parada. Não precisa ser muito. Pode ser um balde, um tambor, uma lata e até uma tampinha. Tem sempre alguém descuidado pra nos dar uma ajudinha.
OS DOIS MOSQUITOS (Para o público): ___ Se você também quer nos dar uma ajudinha, então deixe a água parada que vimos depressinha!
(Os mosquitos voltam aos seus lugares. Coronel se ajeita na cadeira, como acordando de um pesadelo. Entra Rosinha com seus alunos.)
TODAS AS CRIANÇAS (Para o Coronel.): ___ Bom dia, Sr. Coronel Pafúncio!!!
CORONEL (Muito mal humorado.): ___ Bom dia só se for proceis. Que bom dia que nada! É um pesadelo atrás do outro. O córrego está secando e agora essa dengue que não deixa o povo trabaiar. Quê que tem de bom dia nisso?!
ALUNO 1: ___ Coronel, quem sabe podemos ajudar?
ALUNO 2: ___ Primeiro, Coronel, é preciso recuperar a nascente. Vamos substituir as árvores que foram derrubadas ao longo do córrego. Elas protegerão a água e evitarão a erosão do solo que pode entupir o córrego. Além disso, vão melhorar o clima por aqui.
ALUNO 3: ___ Com relação à dengue, já sabemos o que fazer, mas todo mundo vai ter que ajudar. Vamos ensinar a todos que não devemos deixar a água acumulada onde o mosquito possa botar seus ovos. Vamos fazer um mutirão de limpeza e acabar com os criadouros desse bichinho.
ALUNO 4: ___ Nós vamos conscientizar as pessoas. Temos certeza que elas vão colaborar nessas duas missões: cuidar bem da água e com a dengue acabar.
CORONEL (Abraçando a filha.): ___ Nossa, minha filha, que crianças inteligentes e espertas. O lugar delas é mesmo na escola. Você estava certa!
ALUNO 5: ___ Coronel, pra começar, queremos deixar aqui este cartaz que fala da construção da liberdade onde ainda há tráfico humano. Temos certeza de que com boa vontade de todos, podemos melhorar o mundo inteiro. (Entrega o cartaz da CF 2014 ao Coronel. Crianças e professora vão fazendo o reflorestamento e tampando as vasilhas. Mosquitos se mudam de lugar.) Depende de nós

NARRADOR: A partir daquele dia, as coisas começaram a mudar na Fazenda Burrada. Com o tempo, o córrego foi recuperado e a dengue foi vencida. Graças às crianças da professora Rosinha e um certo cartaz que foi entregue ao Coronel naquele dia.

CORONEL (Gritando.): ___ Justino! (Ele vem correndo.) Vá chamar o pessoal. Vamos pagar os salários atrasados e pagá-los melhor. Quem quiser ficar será bem tratado, mas quem quiser  embora pode ir. (Justino sai. O Coronel afixa o cartaz de frente para o público. Também prega uma nova placa com o novo nome da fazenda: FAZENDA LIBERDADE.)

MENSAGEM COM A MÚSICA ACIMA AO FUNDO.
Esperamos que tenham gostado da nossa apresentação. Esperamos, também, que todos tenham entendido a importância da luta de todos nós para a preservação da água, evitando o desmatamento, para a erradicação da dengue, evitando a água parada e os possíveis criadouros do mosquito, e, por fim, para acabar com toda e qualquer forma de tráfico humano e de escravidão, através de ações que ajudem na libertação do ser humano como a educação e a promoção da paz. Por falar em liberdade, quanto custa a liberdade para você? Você se acha uma pessoa livre? Como você faz para conquistar sua liberdade? Deixaremos a nossa mensagem final através de mais uma expressão corporal. Obrigado a todos pela atenção!






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