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20 de mai de 2013

Atividade com HQ's aliada ao estudo do Sistema Nervoso

Pode um robô adquirir sentimentos? Até que ponto viver numa era tecnológica pode ser bom ou ruim? Procurando respostas a essas e outras questões, desenvolvemos uma atividade que visa integrar o trabalho com as histórias em quadrinhos, a produção de texto, o sistema nervoso e os sólidos geométricos. Além das atividades já desenvolvidas em http://lereumabeleza.blogspot.com.br/2009/06/estudando-maquinas-e-robos.html trabalhamos mais estas.
Os alunos produziram, a partir da história acima, um texto em 1ª pessoa, onde puderam escolher ser o robô ou o bebedouro.
Aqui foram exploradas as onomatopeias, as expressões faciais e as reações dos personagens.
A importância das máquinas na nossa vida foi analisada através do estudo do texto abaixo. Valores também foram trabalhados.

O Homem e a Máquina
Desde sempre o Homem sonha a máquina como utensílio que realizasse o maior número de tarefas com a maior eficiência. Contudo, só a partir do século XVIII, quando James Watt criou a máquina a vapor, se começaram a ver frutos. Desde aí veio a revolução industrial que introduziu em massa esse conceito de máquina. Depois, surgiu a eletricidade e a partir daí foi só evoluir até este ponto, a sociedade tecnológica.

Precisamos de máquinas para tudo: para conservar alimentos, para os cozinhar, para lavar a casa, para a nossa higiene, para nos divertirmos, para nos informarmos, para nos deslocarmos, para comunicarmos, máquinas que nos salvam a vida, outras que a prolongam. Enfim, máquinas que nos tornam a vida mais fácil e nos deram, no geral, muito mais tempo para gozarmos a vida.

Ninguém duvida que as máquinas nos facilitam a vida, mas será que nos trouxeram vantagens?
Infelizmente, nem tudo são rosas. A verdade é que se as máquinas nos dão uma vida mais cômoda, também estamos cada vez mais dependentes das máquinas. Para comer e beber, precisamos de refrigeradores e fogões, por exemplo, e é já difícil imaginar-mo-nos sem eles. Milhares de milhões de pessoas dependem das máquinas para trabalhar, nas fábricas, nos escritórios... Aliás, é difícil hoje encontrar um emprego em que o uso das máquinas não seja, de alguma forma, necessário. Há um problema que só aumenta com a dependência do Homem em relação à máquina: a dependência da máquina em relação à energia e a consequente escassez dessa energia face ao alto consumo da enorme quantidade de máquinas, o qual já se refletiu, ainda que indiretamente (ou não) em guerras.
                                                                                           
Claro que não podemos culpar as máquinas por todos os males que vêm ao mundo. Nem por todos, nem por nenhum. Se as máquinas existem, é por culpa do Homem. Por outras palavras, "a máquina" pode ser capaz de realizar processos que o Homem não consegue, pode ajudar o Homem a progredir mais rápido, mas não tem o poder que o Homem tem de controlar as coisas, ou seja, será sempre o Homem a decidir se a máquina terá boa ou má utilidade.
Este é um tema recorrente na ficção científica: e se o Homem criar uma máquina tão boa, e tão inteligente que será capaz de o destruir? Tal só acontecerá, se e apenas se, o Homem quiser. Ainda é impossível incutir sentimentos numa máquina. Ainda se estão a dar os primeiros passos na área da Inteligência Artificial, mas mesmo quando daqui a 200 ou 300 anos as máquinas sentirem e tiverem inteligência praticamente humana, nunca destruirão a civilização humana. Apenas se o Homem assim o quiser, apenas se o Homem permitir que na máquina estejam sentimentos como o ódio, a vingança, a ganância... só se à máquina for permitido sequer "pensar" em violência, guerra e destruição... Se o Homem fizer isto será um mau Homem, sem valores, sem escrúpulos e um Homem assim conduzirá a sua espécie à extinção bem antes de criar a tal máquina. Será sempre o Homem, com ou sem máquina, a escolher o seu destino e a responsabilizar-se pelos seus bons e maus atos. Nunca devemos culpar as máquinas por nada, porque somos nós seres humanos que as criamos e programamos e a "máquina" apenas seguirá o caminho que o Homem escolher.

Conclusão: não agridam o vosso computador, não pontapeiem o aspirador, não estrangulem a máquina de barbear, não desprezem a máquina calculadora, pois a culpa afinal... é vossa!

1. Qual o assunto do texto?
2. Por que o autor afirma que vivemos numa "sociedade tecnológica"?
3. "Será sempre o homem a decidir se a máquina terá boa ou má utilidade." Você concorda com essa afirmação? Por quê?
4. O autor do texto afirma que precisamos de máquinas para tudo. Pense na sua casa e dê exemplos  de máquinas que usamos para:
a) conservar alimentos
b) cozinhar alimentos
c) limpar a casa
d) nos divertirmos
e) nos informarmos
f) nos deslocarmos
g) nos comunicarmos.

5. O texto apresenta como um problema decorrente do uso cada vez maior das máquinas:
(    ) a facilidade que temos para nos comunicar uns com os outros.
(    ) a melhor organização do tempo para realizarmos atividades do dia a dia.
(    ) o aumento do consumo de energia.
(    ) a facilidade de locomoção do homem.

6. Na sua opinião, o que aconteceria se o homem começasse a produzir máquinas com sentimentos?

Em Ciências, demos início ao estudo do Sistema Nervoso.

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