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18 de abr. de 2019

Benefícios da Leitura

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7 de abr. de 2019

PEÇA TEATRAL "O PAPEL DE CADA UM"

O PAPEL DE CADA UM (BASEADA EM A HISTÓRIA DO VESTIDO AZUL)

MÚSICA INCIDENTAL SOBRE ESCOLA PARA ENTRADA DOS PARTICIPANTES
MÚSICA PLANETINHA (Dançam as 8 crianças e as professoras.  Terminam de dançar e sentam-se em meia-lua.)
Professor 1: Oi, crianças! Que bom encontrarmos vocês para essa roda de conversa! Nós, hoje, queremos tratar de um assunto muito sério. 
Criança 1(levanta a mão para falar e é autorizada): Mamãe falou que criança não deve se preocupar com assuntos de gente grande. Ela disse que criança só precisa estudar e brincar.
Professor 2(com paciência): A mamãe está certa quando diz que criança precisa estudar e brincar. Mas há assuntos importantes tratados por adultos que interessam também às crianças. 
Criança 2(curiosa): Como assim, professores?! Que assunto sério é esse que interessa a nós crianças também?!
Professor 3(animado): Muito bem! Prestem atenção! Nós estamos em uma época do ano que costuma fazer muito calor e com muitas chuvas. Essas chuvas acabam deixando muitas poças de água acumuladas por aí. 
Criança 3(levanta a mão e professor autoriza sua fala): Mamãe disse que água parada é uma coisa muito perigosa porque pode servir de casa para mosquito.
Professor 1(também animado): Sua mãe é muito esperta e inteligente. Essa água que fica parada depois das chuvas pode trazer de volta um inimigo muito perigoso que é esse mosquito que a coleguinha falou. Alguém sabe mais sobre ele?
Criança 4(começa alegre e se esquece): É um mosquitinho pequenininho, preto e pintado de branco. Ai... (coça a cabeça) esqueci o nome... a professora falou o ano passado. Ele bota seus ovos na água parada... (dúvida)
Criança 5(entusiasmada): Professores, é o Aedes aegypti, não é?! A moça da vigilância sanitária passou lá em casa falando. Ela encontrou um monte de larvas deles em um pouquinho de água assim ó... (mostra com os dedos)
Professor 2 (concordando): É desse mesmo que estamos falando. E alguém sabe nos dizer por que um mosquitinho desses pode ser tão perigoso?!
Criança 6(levanta a mão): Eu!!! Ele pode transmitir doenças para nós e a gente fica de cama, sente muita dor e pode até morrer.
Professor 3 (fazendo sinal positivo): Muito bem! Estão vendo que crianças também precisam conversar com os adultos sobre certos assuntos? Pois bem... esse mosquito transmite doenças como a dengue, a Zica e a chikungunya e precisamos derrotá-lo.
Criança 7 – Menina(na dúvida): Mas, professora! Eles são muitos e rápidos. Podem estar em qualquer lugar que junta água.  Como vamos conseguir isso?!
Professor 1 : Aí é que entra a participação de crianças inteligentes como vocês. Vocês precisam fazer chegar essa mensagem a todas as outras pessoas. 
Criança 8(tímida): Desculpa, professora. Mas que mensagem é essa que devemos levar?!
Professor 2: A mensagem de que precisamos acabar com esse mosquito e que o único jeito é acabar com a água parada que teimamos em deixar por aí.
SINAL DE ESCOLA
Professor 3: Bom, crianças! A tarefa de vocês é essa. Já podem chegar em casa e discutir o assunto com a família de vocês. Voltamos a falar disso na próxima aula. Até lá. 
MÚSICA SOBRE A ESCOLA (As crianças descem e saem. Professores permanecem no palco conversando entre si.)
Professor 1 (para os colegas): Vocês repararam que nessa turma há uma aluna que vem sempre muito desarrumada?! Está sempre muito suja, despenteada e com os chinelinhos bem gastos. Por isso, entrosa muito pouco com os colegas.
Professor 2: Sim... eu já reparei. Ouvi falar que a família está  passando por muitas dificuldades. Que tal se a gente fizesse alguma coisa por ela?
Professor 3: Legal! Será muito bom pra ela e tenho certeza que os coleguinhas também gostarão de ajudá-la!
Professor 1: Combinado então. Aqui está a minha contribuição. (Entrega um envelope ao colega) Conversarei com os colegas da turma sobre isso.
 MÚSICA SOBRE PROFESSOR (Os professores deixam o palco e a música desaparece.)
 MÚSICA ANITA PARÓDIA DENGUE, SINAL E MÚSICA DE ESCOLA (O Mosquito entra, dança e se esconde no fundo do palco. O sinal de escola toca e logo após Música sobre a escola. Os alunos então voltam. Em seguida, as professoras buscam a Menina desarrumada e colocam-lhe um vestido. Ela volta ao palco.)
 MÚSICA FICA SEMPRE UM POUCO DE PERFUME (Uma colega entrega à Menina uma caixa com um calçado. Outra lhe coloca um arquinho nos cabelos. Ela fica maravilhada e desfila. Professoras voltam ao palco e a música cessa.)
Professores (juntos): Boa tarde, turminha!
Crianças (juntas): Boa tarde, professores!
Professor 2: Nossa! Que animação! Parece que o dia hoje está ótimo para praticarmos boas ações, não é mesmo? (Cutuca o colega)
Professor 3: Falando em praticar boas ações, que tal voltarmos àquele assunto da aula passada! Alguém para nos contar uma experiência que viveu em casa?
Criança 1: Lá em casa já está todo mundo ajudando. Viramos para baixo todas as garrafas, tampamos bem a caixa d'água, limpamos as calhas... retiramos tudo que pode juntar água para o mosquito.
Criança 2: Papai também já está colaborando. Ele colocou uma placa de proibido jogar lixo no lote ao lado lá de casa e falou que vai ficar de olho. 
Criança 3: Mamãe eliminou a água dos pratinhos das plantas, substituiu por areia e passou a lavar a vasilha de água do cachorro.
Criança 4: Encontrei uma casa em que uma pessoa está com dengue. Ela me falou dos sintomas e disse que são bem dolorosos. Tem muita febre e dores que não deseja pra ninguém. 
Criança 5: Minha vizinha é agente de saúde e disse que quer ajudar a gente nessa corrente de conscientização. Ela falou que é importante todo mundo participar porque o mosquito não escolhe quem vai picar.
Criança 6: Vi uma criança jogando um copinho de sorvete na rua. Ela não gostou, mas eu disse que estava errado. Depois que falei que aquilo poderia parar nos rios ou virar casinha de mosquito, ela catou e jogou na lixeira.
Criança 7: Eu ouvi falar no jornal que a dengue está voltando com força por causa das chuvas e que é para todo mundo se cuidar. Ainda mais agora que o mosquito transmite o vírus da zika e da chikungunya.
Professor 1(para a criança 8): E você... não tem nada para compartilhar? Qual foi a sua experiência?
Criança 8 (acanhada): É  que meu pai falou que isso é um problema do poder público. Que nossos políticos é que têm de se preocupar em fazer as políticas públicas que precisamos. Só que eu não entendi nada do que ele quis dizer.
Professor 2: Bom... As políticas públicas são ações e programas criados pelos governos para garantir o bem estar da população. A escola de vocês é um exemplo de política pública porque garante o direito à Educação. A Segurança, a Saúde, a Moradia, o Tratamento da água e do esgoto são outros exemplos. (Fala com paciência e bem pausado)
Professor 3: Isso aí. São direitos das pessoas que devem ser garantidos pelos governantes. Só que a população tem de fazer a sua parte e cobrar também para melhorar o que não está bom.
Professor 1 (tendo uma ideia): Vamos dar uma voltinha ali fora e vocês vão entender que nem sempre as políticas públicas estão ao alcance de todos.
MÚSICA SENHOR CIDADÃO (TOM ZÉ) E CIDADÃO (LUIZ GONZAGA) (Ao iniciar a música, alunos e professores saem pelo lado direito, a outra ponta, do palco, enquanto o outro grupo e o CIDADÃO sobem pelo outro. Eles se colocam na parte de baixo do palco. No choro, os dançarinos saem por onde entraram enquanto alunos e professoras voltam conversando pelo outro.)
Criança 1: Uai, professores! Então é isso mesmo?! As políticas públicas são direitos das pessoas, mas nem todo mundo tem acesso a elas?
Criança 2: Eu também não entendi. Ainda existem pessoas sem moradia, sofrendo com a violência, precisando de hospitais e sem água e esgoto tratados. Cadê as políticas públicas para eles?
Professor 2: Como falamos, é preciso que a população vá  aos seus representantes cobrando os serviços públicos de que precisam.
Criança 3: E nós, o que podemos fazer? Não é justo que as pessoas tenham direitos e eles não sejam respeitados. Isso é revoltante!
Professor 3: Nós podemos conversar com as pessoas e, através de associações, levar até a prefeitura nossas reivindicações. Trataremos disso outro dia. Ok?
 MÚSICA SINAL DE ESCOLA E ENTRADA DA MÃE. (Crianças, com exceção da Menina, e Professoras saem de cena. A mãe deve entrar pelo outro lado ao som da Música própria e se encontrar com a Filha no meio do palco.)
Mãe MARIA: Nossa, filha! Como você está linda! Venha cá. Deixa eu cuidar de seus cabelos e aparar suas unhas. Com um vestido lindo desse não é justo que você ande tão desarrumada! 
Criança 7 - Menina: Sim, mamãe. Meus colegas e professores foram bons e cuidadosos comigo. Eu descobri que sou muito especial para eles. Agora precisamos retribuir.
(A mãe passa a cuidar dos cabelos e unhas da menina. O pai chega.)
Pai José: Olá, família! Nossa! Quase não te reconheço, filha! Como você está diferente! (Admira a filha e se vira para a mulher) Mulher, não é justo que a gente tendo uma filha tão linda more em uma casa tão desarrumada e caindo aos pedaços. Nas horas vagas, vou pintar a casa e consertar a cerca. Você pode plantar umas flores para alegrar mais nossa casa. Essa menina linda merece, não é!
 MÚSICA ALECRIM DOURADO (A mulher faz que sim com a cabeça. Os dois se põem a trabalhar, pintando a casa e colocando plantas. A menina ajuda. Passam outros vizinhos pela parte de baixo do palco quando a música diminui.)
Vizinho 1(para o Vizinho 2): Você viu lá como o José e a Maria estão deixando a casa deles? De onde eles tiraram a ideia de pintar a casa e arrumar a cerca?
Vizinho 2: Vi sim e eu e minha esposa estamos pensando em fazer o mesmo com a nossa. Não é justo a gente morar perto de uma casa bem cuidada e a nossa tão descuidada. 
Vizinho 1: É mesmo?! Uai. Então, vamos lá pedir uma ideia pra eles. Até que o trabalho deles está ficando legal!
MÚSICA ALECRIM DOURADO (Eles vão até José e Maria, conversam e se põem a fazer o mesmo. Quando a Música diminui, entram outros três vizinhos dialogando.)
Outro vizinho 1
: Olha lá! Tá todo mundo arrumando suas casas. Desse jeito, vamos ter de fazer o mesmo com as nossas. Tá dando vergonha olhar pra minha casa perto de tanta casa colorida e com vida.
Outro vizinho 2: Eu também. As coisas estão mudando. Ouvi dizer que até o prefeito, secretários e vereadores vão vir olhar o que está acontecendo aqui no bairro "da Lama".
Outro vizinho 3: É... estão dizendo que trarão alguns benefícios para nossa comunidade. Vamos lá. Não podemos ficar de fora! Vamos nos juntar a eles. (Eles se juntam aos outros e arrumam as casas.)
MÚSICA AMIGO PLANETA  (Ao iniciar a música, sobem as Crianças e demais Dançarinos dessa Música. Ao terminar a música, descem os Dançarinos e permanecem as Crianças. Elas pegam os cartazes.)
MÚSICA PARA ENTRADA DO PREFEITO (Entra o Prefeito seguido de sua comitiva e sobem pelo outro lado do palco.)
Repórter: Prefeito, o que o senhor veio fazer aqui no bairro “da Lama”? Veio anunciar alguma obra importante?
Prefeito: Eu venho trazer boas notícias para este bairro. Primeiramente, quero dizer que a partir de hoje será chamado bairro das Flores. Também quero dizer que vim ver pessoalmente quais são as necessidades dos moradores.
Repórter: Então, vamos ouvir o que têm a dizer os moradores. (Se dirige a José.) Senhor, o que os moradores do seu bairro têm a solicitar?
José: O meu nome é José e eu moro aqui desde que nasci e nós precisamos de muitas... como é que chama, filhinha? (Pergunta à menina do vestido)
Criança 7 – Menina: Políticas públicas, papai.
Assessora: E o que é que crianças podem saber de políticas públicas? Será que sabem ao menos o que é? (As crianças levantam os cartazes com nomes das políticas públicas.)
Repórter
: Parece que as crianças sabem muito bem o que querem, prefeito. O que o senhor tem a dizer pra elas?

Prefeito: Eu quero saber se elas têm feito o dever de casa. Será que elas têm cuidado pelo menos do meio ambiente? As pessoas vivem reclamando da prefeitura, mas vive jogando lixo na rua e poluindo nossas águas. Trazemos um recadinho para essas pessoas.
MÚSICA TÁ FAVORÁVEL PARÓDIA MEIO AMBIENTE (Dançam o Prefeito, Vereador, Assessora, Repórter e Moradora) 
Morador 1 (Antônio): Não, sr. Prefeito. Aqui está tudo favorável. Aqui as crianças sabem muito bem cuidar do meio ambiente. Isso elas aprendem na Escola com nossos valiosos professores. Mostrem pra ele crianças!
MÚSICA RAP DA ÁGUA - CARINHA DE ANJO (Comitiva se põe de lado e Crianças dançam.)
Assessora: Ah tá. E quanto ao mosquito Aedes aegypti?! A população reclama que a prefeitura não faz nada, mas o que ela tem feito pra ajudar no combate ao mosquito?
Morador 2 (Isabelle): Também aprendem na Escola, senhores. Existe até uma patrulha anti-aedes aqui no bairro pra pôr fim no mosquito.
 
MÚSICA ZUM ZUM (Grupo de alunos dança e o Mosquito que aparece é expulso. Após a dança, a Assessora cochicha com o Prefeito que fala.)
Prefeito: Ok, ok! Eu reconheço que vocês têm feito a diferença aqui no bairro. Mas precisamos trazer para cá outras políticas que possam melhorar ainda mais a vida de vocês. Vamos começar asfaltando as ruas do bairro.
Vereador: Vamos marcar uma reunião e definir quais são os outros serviços que a população precisa. O povo é que precisa dizer suas necessidades. 
SOM DE APLAUSO (População aplaude e acompanha o Prefeito e sua comitiva.)
MENSAGEM FINAL: MÚSICA A NOSSA VOZ

PEÇA TEATRAL O PAPEL DE CADA UM

26 de fev. de 2018

Dia do Idoso - Atividade com o livro "Era uma vez três velhinhas"

-Nome do livro
-Autor(a)
-Ilustrações

-O que você acha que contará essa história?
Era uma vez três velhinhas
Tão velhinhas...
Não!!! Não!!! Não eram.
Bem que o tempo tentou
Que elas ficassem velhinhas,
Mas as três não deixaram.



Na verdade, esta história
Precisa começar assim:
Era uma vez três meninas
Disfarçadas de velhinhas.




Marina menina                                       Mercedes menina                                       Virgínia menina
 tinha uma biblioteca...                              tinha uma vila...                                 tinha uma cozinha...

As três eram meio fadas!



Vó Marina encantava meninas
E meninos com suas histórias.
Criança triste até esquecia a
Tristeza entre as páginas dos livros.




Vó Mercedes sabia de tudo
Para alegrar a criançada. Sabia
Até consertar pneu furado. Não tinha
Criança na vila que ficasse triste
Ao lado dela.



Vó Virgínia, ou Vó Gigi, como gostava
De ser chamada,
Adoçava todas as brigas, dos netos
E dos amigos dos netos.
Dia de festa era dia de casa cheia
Fila comprida.



Um dia, as três meninas partiram da Terra sem pedir licença.
Foram saindo de fininho, sem nem dar tempo da gente se despedir.



E, agora, Marina menina conta histórias no céu.
Ao seu lado, menina Mercedes inventa muita moda.
E Gigi menina faz bolinhos encantados  para alegrar as tardes.





Os anjos agradecem a chegada delas por lá.
E os que aqui ficaram sentem saudades, mas, quando fecham os olhos, podem...
... ouvir as histórias de Marina, lembrar da alegria de Mercedes e sentir o cheirinho dos bolinhos da Gigi.




ESTUDO DO TEXTO
- Por que a autora chama as velhinhas de “meninas disfarçadas de velhinhas”?
-Relacione as personagens às suas características:
(1) Vó Marina        (2) Vó Mercedes         (3) Vó Virgínia
(   ) Vivia promovendo festas para as crianças.
(   ) Era habilidosa na contação de histórias.
(   ) Inventava coisas para alegrar as crianças.
-Releia a 7ª parte do texto. O que a autora quis dizer com “ partiram [...] sem pedir licença”?
-Onde as vovós foram morar?
-De acordo com a história, o que se pode fazer para lembrar delas?
-Qual o significado da expressão: “adoçava todas as brigas”?
-Qual o tipo de narrador?

25 de fev. de 2018

Gêneros Carta Pessoal e Charge - Dia do Idoso

     Sua Cidade, 26 de fevereiro de 2018.

     Filho,

     O dia em que este velho não for mais o mesmo, tem paciência e, compreende-me. Quando derramar comida na minha roupa e me esquecer de como apertar os sapatos, tem paciência comigo e lembra-te das horas que passei a ensinar-te a fazer as mesmas coisas. Se, quando ao conversares comigo, repito e repito as mesmas palavras [...], não me interrompas e escuta-me.
     Quando estivermos reunidos e sem querer, fizer as minhas necessidades, não fiques com vergonha e compreende que eu não tenho culpa disto, pois já não as posso controlar - pensa quantas vezes, quando criança, te ajudei, estando pacientemente ao teu lado esperando que terminasses o que estavas a fazer. [...] Dá-me o teu coração, compreende-me e apoia-me como eu fiz quando começaste a viver.
Da mesma maneira que te acompanhei no teu caminho, peço-te que me acompanhes para terminar o meu.
     Dá-me amor e paciência, que eu te devolverei gratidão e sorrisos.

    Abraços,
                                                      Seu Pai.


2. Responda às perguntas no caderno:
a) A que gênero textual pertence o texto que você acabou de ler?
b) Quem o escreveu? Para quem?
c) Sublinhe no texto a data e o local em que foi escrito. Qual a intenção do autor ao dar o nome fictício de “Sua Cidade” ao local?
d) O autor do texto pede ao destinatário:
(    ) paciência.       (    ) vergonha.
(    ) compreensão.        (    ) descaso.
e) Esse texto mexeu com sua sensibilidade? O que você sentiu ao lê-lo?


3. Leia:

a) Qual é o gênero textual?

b) O que esse texto critica?

Gênero Carta Pessoal - Dia do Idoso

Cidade Perdida, 26 de fevereiro de 2018.

Olá, como o senhor ou a senhora estão?

        Espero que estejam bem com toda a sabedoria, dores, alegrias, problemas e felicidades por que têm passado durante todos esses anos. Ah! Você está se olhando no espelho? Sua pele está enrugada e sem elasticidade, não é? Seus movimentos são lentos porque as articulações não permitem movimentos rápidos. Tem gasto muito dinheiro com remédios, não é? Muitas vezes isso tudo é superado pelo beijo e abraço apertado que o netinho dá em você. Mas tem aqueles que nem os filhos nem os netinhos lembram do seu aniversário. E tem aqueles que deixam de tomar o remédio necessário porque não tem dinheiro para comprar. A aposentadoria é pouca. [...]
        Mas ainda sobram muitas palavras para contar aquela sua história de infância, aquele casamento maravilhoso que durou mais de 40 anos, aquelas palavras que contavam como era sua juventude.
        O mundo mudou muito rápido aos seus olhos, não é? A juventude anda incompreensível. Mas você mima como pode o seu netinho, afinal de contas você não tem mais a obrigação de educar ninguém.
        Sabe, outro dia estava prestando atenção na minha mãe e nos meus sogros. E estava imaginando como eu seria quando fosse velha. Será que teria a sabedoria acumulada como você? Será que minha vida seria só de descanso, coisa que o idoso não quer ter?! Sim, pois todos os idosos que conheço gostam de ter ocupações. [...] Velho hoje em dia, é aquele jovem que tem preguiça de caminhar algumas quadras a mais ou que tem preguiça de estudar. Você meu idoso querido, ainda tem que mostrar muita coisa ao mundo [...] Sua vida não está acabando, ela só está mudando. Espero que sua saúde esteja bem e que você possa ser a âncora do navio do mundo, para que ele não afunde de vez.

        Um abraço apertado para você.


                                                                           Alma Collins
Adaptado da internet.

ESTUDO DO TEXTO
-QUEM É O(A) AUTOR(A) DA CARTA?
-A QUEM A CARTA SE DIRIGE?
-ONDE SE ENCONTRAVA A AUTORA QUANDO ESCREVEU A CARTA?
-QUAL O ASSUNTO DA CARTA?
-QUAL(IS) SENTIMENTO(S) A AUTORA DEMONSTRA PELO DESTINATÁRIO?


19 de fev. de 2018

ATIVIDADES COM O TEMA DA CF 2018 E ENCONTRO VOCÁLICO

1. Leia o cartaz:

a) Qual é o assunto do cartaz?
b) Com que objetivo ele pode ter sido produzido?
c) Copie do texto as palavras com encontro vocálico.
d) As palavras que você copiou no item anterior são:
(    ) verbos.                    (    ) adjetivos.
(    ) substantivos.          (    ) artigos.

2. Leia com atenção:

a) Qual é o gênero textual a que ele pertence?
b) O que o texto critica?
c) Assinale com X as ideias contidas no texto:
(    ) O texto apresenta um mapa da violência.
(    ) As pessoas estão sujeitas a apenas um tipo de violência.
(    ) A corrupção não é uma forma de violência porque não usa armas.
(    ) A violência ocorre apenas nos morros e favelas.

3. Circule as palavras que apresentam encontro vocálico:
CORRUPÇÃO        DESEMPREGO         PRECONCEITO
OMISSÃO           DROGAS           FAMILIAR

4. Copie as palavras no caderno, separando-as em sílabas e classificando-as quanto à tonicidade:
a) exclusão        b) desigualdade          c) tráfico

5. Reescreva o trecho no caderno, fazendo a eliminação de palavras repetidas:

O leão viu o ratinho passando por cima dele. O leão prendeu o ratinho com uma das patas.
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