SEGUIDORES: FAÇA PARTE VOCÊ TAMBÉM!

13 de mai. de 2010

13 de maio... o que comemoramos?

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

A escravidão nos dias de hoje

Desde de a década de 1970 existem denúncias de que o trabalho escravo - apesar de constituir um crime - continua praticado no Brasil. O método empregado é o mesmo que se usava com os imigrantes, ou seja, forçar o trabalhador a endividar-se, de modo que ele seja forçado a trabalhar para pagar sua dívida. Para evitar fugas, capangas armados são espalhados nas fazendas, atuando como "neofeitores" ou capitães do mato.
Em 2002, o Ministério do Trabalho libertou 2.306 trabalhadores escravos nas áreas rurais do país. Em 2004, foram libertados 4.932. Em geral, os Estados onde o uso do trabalho análogo à escravidão é mais freqüente são Tocantins, Pará, Rondônia, Maranhão, Mato Grosso e Bahia.
Neste último Estado, em fevereiro de 2004, a polícia libertou 40 trabalhadores em regime compulsório na cidade de Catu, a 80 quilômetros da capital, Salvador.
Mas ninguém pense que a escravidão no Brasil de hoje se restringe às regiões rurais. Em 21 de agosto de 2004 o Ministério do Trabalho pegou em flagrante o uso de trabalho escravo numa confecção do Bom Retiro, um bairro na região central da capital paulista. Tratava-se de imigrantes ilegais - paraguaios, bolivianos e peruanos - submetidos a uma jornada de mais de 16 horas de trabalho, em condições degradantes e monitorados pelos donos da empresa por circuitos fechados de TV.
Também não se pense que o trabalho escravo ou semi-escravo continua a existir exclusivamente no Brasil. A prática se mantém em diversos países da África e da Ásia (especialmente na China), mas é de se supor que o trabalho em condições precárias e de grande exploração esteja presente em todos os países ricos onde é grande o fluxo de imigrantes, como os Estados Unidos e a União Européia.
Um estudo publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização das Nações Unidas, em maio de 2005, indica que existem cerca de 12,3 milhões de escravos no mundo todo, dos quais entre 40% e 50% são crianças.
Evidentemente, a escravidão ou o trabalho em condições semelhantes a ela é hoje um crime grave e aqueles que os praticam estão submetidos a penas legais, pagando multas, perdendo seus empreendimentos e, eventualmente, indo parar na prisão. Ainda assim, não deixa de ser assustador o fato de um fenômeno tenebroso como a escravidão atingir o século 21, acompanhando os quase 12 mil anos de existência do homo sapiens no planeta Terra.

12 de mai. de 2010

Recepção do Governo aos Educadores

Greve dos Educadores em MG continua

Educadores da Rede Estadual de Ensino, em greve desde o dia 8 de abril, decidiram nesta tarde pela continuidade do movimento. A greve foi considerada ilegal pela justiça alegando que a mesma seja política. Toda greve, na verdade, é política. Esta não foge à regra, mas não é partidária. Já dizia Paulo Freire: "Educar é um ato político". E o que pensam aqueles que julgaram a ilegalidade da greve sobre o famoso "Analfabeto Político"?
O fato é que o movimento grevista no estado vem crescendo. A insatisfação com os salários vergonhosos praticados pelo governo estadual e a sua insistência em não negociar com a categoria vem dando mais força ao movimento que é movido pela indignação com o desrespeito a uma classe tão merecedora de valorização.
Mas parece que o governo Aécio/Anastasia não está muito preocupado, ou não estava até hoje, senão veja declarações dadas pelo último por ocasião da Expozebu, em Uberaba: "Não me importo com estes grevistas. Não preciso deles para me eleger governador. Minas Gerais paga um dos melhores salários da América Latina. Prova disso são os professores que gostam de meu governo e continuam nas escolas trabalhando normalmente, satisfeitos com os salários."
Diante desse quadro, a categoria decidiu pela continuidade da greve e foi às ruas dar o seu recado. Acompanhe.
Encenação: Educadores encenam o velho teatro do governo (opressão e ameaças)
















A Rede Globo esteve lá! Será que vão mostrar pra todo mundo? Ou fazer como das outras vezes?
















O pátio da Assembleia Legislativa, mais uma vez, ficou pequeno: mais de 8 mil profissionais da educação

Educadores saem às ruas mostrando a população a intenção de negociar com o governo. "Carpideiras" lamentam a ausência do governador que se esquiva de todas as formas da negociação.
Recepção "à la Aécio/Anastasia": o passeio de  helicóptero você já sabe quanto custa e quem paga

Veja na próxima postagem os vídeos da manifestação.

7 de mai. de 2010

CONCURSO: "ACERTE O NÚMERO"

REGULAMENTO

1. Participação
Poderão participar todos os alunos matriculados da E. M. Dr. Viriato Diniz Mascarenhas (Educação Infantil ao Ensino Fundamental).
2. Objetivo
Aumentar a integração dos alunos ao blog.
3. Ganhador(a)
3.1.Será considerado(a) vencedor(a) do Concurso o participante que acertar o número de visitantes do blog LER É UMA BELEZA no dia em que o mesmo completa 1(um) ano de existência (31 de maio) de 2010.
3.2.Caso nenhum participante acerte o número, será considerado(a) ganhador(a) aquele(a) que chegar mais próximo do número real de visitantes a ser averiguado no dia 31 de maio de 2010.
3.3.No caso de empate, será considerado vencedor(a) aquele(a) participante que postou sua resposta primeiro, valendo, para isso, a data de postagem do comentário.
4. Forma de envio (participação)
Os interessados em participar deverão acessar a página "lereumabeleza.blogspot.com" e, na postagem “CONCURSO: ACERTE O NÚMERO”, deixar sua opinião (número de visitantes do blog no dia do aniversário) clicando em comentário, onde deve constar:
NO DIA 31 DE MAIO O BLOG TERÁ _____ VISITANTES.
NOME DO ALUNO:
NOME DA PROFESSORA:
5. Premiação
Prêmio surpresa.
6. Julgamento
O número de visitantes do blog no dia 31 de maio será averiguado ao vivo na presença de convidados, em solenidade própria.
7. Considerações finais
7.1. Haverá sorteio de prêmio entre os SEGUIDORES do blog.
7.2. Para que o Seguidor possa concorrer ao sorteio, deverá ter se inscrito como tal pelo menos 7 dias antes do sorteio.
7.3. Haverá um prazo de 5(cinco) dias para que o Seguidor sorteado reclame o prêmio. Caso isso não aconteça, será feito novo sorteio.
7.4. Cada participante poderá dar quantas sugestões quiser, mas só poderá deixar uma em cada comentário. Será desclassificado o participante que deixar mais de uma sugestão em um mesmo comentário.
7.5. O(a) vencedor(a) terá sua imagem divulgada no blog, desde que seu responsável assim o permita.
7.6. Os comentários dos participantes com as sugestões de números de visitantes ficarão visíveis para todos no dia 31/5/2010.
7.7. Os comentários com as sugestões de números de visitantes só poderão ser feitos até o dia 25/5/2010. Sugestões dadas após esta data serão desconsideradas.
7.8. Só valerão comentários deixados na postagem CONCURSO: ACERTE O NÚMERO.
7.8. O participante que deixar sua sugestão, desde já, concorda com os termos deste Regulamento.

1 de mai. de 2010

Teatro contra a Dengue foi um sucesso!!!

No dia 30 de abril, sexta-feira, a 4ª série apresentou, no auditório da Escola Municipal Dr. Viriato Diniz Mascarenhas, a peça "Totonho e Dengue". O objetivo foi compartilhar com as outras turmas e familiares o que foi estudado sobre a Dengue. Veja mais detalhes:

A boneca Emília (Leonara) foi responsável pela introdução, falando sobre os perigos que essa doença representa para nossa nação e convidou a todos para assistir a peça teatral que teve início com personagens de fantoche.
TOTONHO E A DENGUE
MARINALVA:
Oh de casa! Oh, Cumade Serafina!
SERAFINA:
Oi, Cumade Marinalva! Vamos entrar!
MARINALVA:
Não Cumade, que a demora é pouca. Só vim ver se o Cumpade Totonho poderia ir lá em casa limpar meu quintal.
SERAFINA:
Xi, Cumade, vai dar não! Totonho tá de cama que dá dó!
MARINALVA:
Uai, o que deu nele Cumade? Ele é forte como um touro. Num é quarquer coisa que dirruba ele não! Melhor a gente dá uma oiada.
OUTRA CENA (MANÉ TOTONHO NA CAMA, MANCHAS VERMELHAS PELO CORPO)
MARINALVA:
Tarde, Cumpade! Uai sô! Só de chegar perto dá pra sentir a quentura. O que tu tá sentindo, home de Deus?
TOTONHO (GEMENDO)
Ai, Cumade! Parece que levei uma surra de chicote. Além da febre, a dor de cabeça é de lascar, os ossos parece que tá tudo quebrado. E essas manchas vermelhas?... Tô parecendo que vou pular Carnaval.
MARINALVA:
Óia, Cumpade, num quero assustá o sinhô, não! Mas tem uma tar de dengue...
TOTONHO E SERAFINA (JUNTOS):
Tar de quê???
MARINALVA:
Uma doença danada que tem esses sintomas, causada por um mosquitinho...
SERAFINA:
Peraí, Cumade! Uns pritinho pintado de branco que anda até de dia?
MARINALVA:
Esse mesmo, Cumade!!! A sinhora já viu eles?
                                                                                     SERAFINA:
É craro!!! O quintal tá cheio de criadouro deles. Mas num deve ser eles não, Cumade! Uns bichinho tão piquinininho!!!
MARINALVA:
Se engana não, Cumade! Eles tem tirado a vida de muita gente. Bom, vou arrumar outra pessoa pra limpar meu quintal. Acho melhor arrumar alguém pra limpar o seu também. Ah! E não dê remédio ao Cumpade sem consultar o médico.
SERAFINA:
Cumade, vai agora não! Vai começar o Jornal Escolar. Vamos assistir juntos e nos informar sobre essa doença.
COMEÇA O JORNAL
APRESENTADORA
__ Boa tarde!!!
— Todos sabem que a dengue tem assolado o nosso país. As conseqüências dessa doença podem ser muito graves.
— Essa doença não causa só uma dorzinha de cabeça, febre, vômito, dor no corpo não! Agora o caso é muito mais sério! Porque ela pode aparecer da forma mais perversa.
— É a dengue hemorrágica!!!
— Muito pior do que as outras. Esta mata mesmo!
— Sendo assim, devemos redobrar os nossos cuidados com o ambiente em que vivemos.
— Por nós e pelo nosso próximo. Procurando evitar tudo o que favorece à formação de focos, criadouros do mosquito aedys egipty.
— Pensando nisso, nossa repórter foi às ruas fazer uma sondagem, para descobrir como anda a nossa responsabilidade, em relação a campanha contra a dengue.
— Será que nossa comunidade tem fiscalizado sua casa, seu quintal?
— Será que ela tem se preocupado com seus familiares e consigo mesma, pondo em prática as medidas de prevenção tão faladas na televisão, no rádio, jornais e nas escolas?
— Vamos ver o que a nossa repórter vai encontrar em sua caminhada.
REPÓRTER:
— O senhor conhece a doença causada pelo mosquito Aedes Egypti? Ele causa muito mal a saúde, se esconde em água parada, nos copos descartáveis, no meio do lixo, garrafas, pneus, poças d’água. O que o senhor tem feito para combatê-los?
ENTREVISTADO:
 Eu vou acabar com esses mosquitinhos, no meu quintal eles não vão ter lugar. Eu vou deixar tudo muito bem limpinho. Água parada no meu quintal nem pensar.
REPÓRTER:
— Ei, você já teve a doença causada pelo mosquito, Aedes Egypti?

ENTREVISTADA:
— Lá vem você de novo?
 Tô nem ai, tô nem ai, não vem falar destes mosquitos que eu não quero  ouvir.
REPÓRTER:
— Senhora, o que tem feito para proteger a sua família contra o mosquito da Dengue?  Ele causa dores no corpo, inchaços, vômitos e pode até matar.
ENTREVISTADA:
— Ai meu Deus!!! Eu vou matar, Eu vou matar, Eu vou matar esse mosquitinho. Eu vou matar, Eu vou matar, Eu vou matar, não quero ele atravessando o meu caminho.
REPÓRTER:
— Moço, você já ouviu falar nas campanhas feitas pelo governo no combate aos mosquitos Aedes Egypti?
ENTREVISTADO:
— Sim, e sabe o que eu penso? Olha essa campanha  a mesma que outras que eu já vi um dia. Todas passam e o mosquito ficará. Picando, aqui, ali e lá. Com Dengue a gente ficará. Não tem como escapar.
MOSQUITOS:
Mosquitos unidos, jamais serão vencidos.
Mosquitos unidos, jamais serão vencidos.
ENTREVISTADOS (DANDO AS MÃOS CANTAM):
Vem vamos unidos, o mosquito combater,
A Dengue é perigosa, para mim e pra você
Esta Luta é nossa, está na hora de vencer
Na guerra contra a Dengue,
Só o mosquito vai morrer.
APRESENTADORA:
— Vocês viram? Ainda tem gente que nem liga para a doença chamada Dengue!
— Assim, meus amigos, só unidos poderemos lutar e vencer esta doença causada por esses mosquitos malvados, que estão tirando do sério a população brasileira e deixando em pânico a nossa sociedade.
VOLTAM OS FANTOCHES.
MARINALVA:
__Viu, Cumade? Vamos fazer nossa parte e alertar nossos vizinhos.
SERAFINA:
__Vamos Cumade Marinalva! Pra acabar com a dengue a água e a gente não pode ficar parada.

Terminada a peça, a turma cantou o Cordel "Não fique aí parado! produzido com a participação de todos para este fim. Veja como ficou:

Não fique parado!
Meus amigos atenção
Cuide da sua, casa então.
O mosquito transmite a dengue
Não fique parado não.
Ele se chama Aedes aegypti
E pode acabar com a nação.

Vamos acabar com a dengue,
Veja só a transmissão:
Ela pega um primeiro
Depois pega um montão.
Cuidado com a dengue,
Ela pode te deixar no chão.

A dengue causa febre,
Febre alta não é mole não!
Suor frio e dor de cabeça
Vômitos e queda de pressão
Manchas vermelhas pelo corpo,
Preste muita atenção!

Não fique aí parado
Não deixe água acumulada.
Cuide bem do seu quintal
Vasilhas deixe bem tampadas.
Não fique de mãos atadas
Se não o mosquito ataca.

Depois do Cordel foi a vez de Luís Henrique (4ª série) e seu grupo dançou e cantou o Rap da Água (objeto de estudo de ortografia), lembrando que devemos economizar água, também, para não fornecer mais criadouros para o mosquito.
RAP DA ÁGUA
Aí moçada, o mundo pede pra avisar
A água tá escassa
Vamos economizar.
O papo é muito sério, você deve analisar
Evitar o desperdício quando a água utilizar.
Se continuar assim... ninguém quer profetizar,
mas tá na cara, tá ruim , ela pode acabar!

O sucesso foi tanto que a turma foi convidada para apresentar a peça também para os alunos do turno da manhã.
OBSERVAÇÕES:
1. O texto da peça teatral, referente à parte dos fantoches, é de autoria do Professor Rogério Trindade.
2. O texto referente às entrevistas é uma adaptação do Professor Rogério Trindade para o texto de autoria de Maria Miranda de Souza.
3. O Cordel "Não fique aí parado! é de autoria do grupo de alunos da 4ª série (produção de texto coletiva).
4. O Rap da Água foi extraído do Livro Projeto Buriti, 5º Ano, da Editora Moderna.
Mais fotos

Maria Vitória e Bryan (Mosquitos da Dengue)

Laís (Apresentadora do Jornal)

Eduarda e Felipe (Repórter e Entrevistado)

Eduarda e Bruna (Repórter e Entrevistada)


O grupo se reúne no momento do Cordel: destaque para a participação de Marco Namastê (primeiro da fila) e Maria Alice (3ª da fila) com os fantoches.

José Roberto, Marco Namastê, Bruno, Bryam e Luís Henrique: criatividade do grupo possibilitou a apresentação do Rap da Água

Muita alegria: a apresentação foi um sucesso!
Leonara e Brida, que já tiveram Dengue, ficaram felizes por mostrar a outras crianças como evitar a doença.
O nosso obrigado a todos que colaboraram para a realização do evento!
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